Ontem encontrei uma amiga do colégio no paredão, andámos juntas na escola desde pequenitas, interrompemos por uns anos de liceu, e voltamos a encontrar-nos na universidade.
Pela aliança foi óbvio que me tinha casado, apontei para o D., já uns passos mais à frente com o Charlie, e disse que sim tinha casado e que tínhamos um cão, super orgulhosa da minha (recém) família!! E não é que vem de novo assombrar a pergunta... Então e o bébé?
O bebé? Qual bebé? O bebé? Ohhh a derradeira tinha que chegar! Quando namorávamos era ver as tias, os tios, os amigos afastados, os primos, os colegas a fervilhar para perguntar mês sim mês não pelo casório. Casámos entretanto e julguei que tinham acabado os interrogatórios... Não podia estar mais enganada, pois quando voltámos da lua-de-mel recomeçou o questionário, mas desta vez em relação a possíveis rebentos!
Eu não me ofendo, a sério que não, mas às vezes já se torna monótono para não dizer chatinho. Às vezes apetece-me responder as coisas mais mirabulantes que me lembro na altura, mas pelo seguro faço um sorrisinho para não levantar falsos boatos porque já se sabe como os comentários voam rápido.
Há pessoas como a M. que ontem que perguntou com graça, com o seu ar doce, há outras que o devem fazer mesmo porque já não sabem o que dizer e é só mesmo conversa de circunstância, assim mais ou menos como perguntarem pelo tempo a um desconhecido no elevador... Se calhar é com medo que a conversa se esgote!!
Isto tudo para dizer que a nossa resposta sempre foi "nós é mais cães"! Achavam então eles que era piada, mas pairava mesmo a nossa vontade de termos um cachorro apesar de na altura ser apenas uma finta disfarçada assim só para empatar a questão sem responder a nada...
Sempre tivemos animais em casa dos nossos pais e queríamos ter novamente. Mesmo sabendo que dão uma trabalheira e que obrigam a horário e a muita disciplina.
Tanto pendinchei que tive! Qualquer dia conto o quanto "sofri" para trazer um cá para casa já, pois era um querer mútuo mas não com o mesmo timming! (Já disse alguma vez que o D. é sempre muito mais sensato que eu?)
Pela aliança foi óbvio que me tinha casado, apontei para o D., já uns passos mais à frente com o Charlie, e disse que sim tinha casado e que tínhamos um cão, super orgulhosa da minha (recém) família!! E não é que vem de novo assombrar a pergunta... Então e o bébé?
O bebé? Qual bebé? O bebé? Ohhh a derradeira tinha que chegar! Quando namorávamos era ver as tias, os tios, os amigos afastados, os primos, os colegas a fervilhar para perguntar mês sim mês não pelo casório. Casámos entretanto e julguei que tinham acabado os interrogatórios... Não podia estar mais enganada, pois quando voltámos da lua-de-mel recomeçou o questionário, mas desta vez em relação a possíveis rebentos!
Eu não me ofendo, a sério que não, mas às vezes já se torna monótono para não dizer chatinho. Às vezes apetece-me responder as coisas mais mirabulantes que me lembro na altura, mas pelo seguro faço um sorrisinho para não levantar falsos boatos porque já se sabe como os comentários voam rápido.
Há pessoas como a M. que ontem que perguntou com graça, com o seu ar doce, há outras que o devem fazer mesmo porque já não sabem o que dizer e é só mesmo conversa de circunstância, assim mais ou menos como perguntarem pelo tempo a um desconhecido no elevador... Se calhar é com medo que a conversa se esgote!!
Isto tudo para dizer que a nossa resposta sempre foi "nós é mais cães"! Achavam então eles que era piada, mas pairava mesmo a nossa vontade de termos um cachorro apesar de na altura ser apenas uma finta disfarçada assim só para empatar a questão sem responder a nada...
Sempre tivemos animais em casa dos nossos pais e queríamos ter novamente. Mesmo sabendo que dão uma trabalheira e que obrigam a horário e a muita disciplina.
Tanto pendinchei que tive! Qualquer dia conto o quanto "sofri" para trazer um cá para casa já, pois era um querer mútuo mas não com o mesmo timming! (Já disse alguma vez que o D. é sempre muito mais sensato que eu?)
Sem comentários:
Enviar um comentário