7 de novembro de 2012

Ainda sobre camas

Andamos à procura da cama ideal, ou pelo menos da cama certa. Como sempre as opiniōes dividem-se e tal conceito de perfeição como sempre é utópico.
O Charlie vai querer dormir aninhado ou querer um modelo em que se possa esticar? Escolhemos um almofadão ou aquelas camas mal estruturadas? Vale a pena apostar num tecido bom e resistente, ou não faz diferença porque o terrorista vai atacar tudo com todas as suas forças?
Uma coisa é certa e pouco varia: o preço! Caríssimas as camas, que roubalheira! Se me garantissem que eram à prova de dentada e amor ardente eu juro que pensava duas vezes, mas de outra maneira não, recuso-me!!

Até agora o Charlie tinha uma camita plástica rígida com uma almofada dentro. Resistiu tudo até agora, incluindo a almofada, mas já é tudo mínimo e inadequado. Para se deitar na cama engole o estômago e esmaga tudo o resto com certeza!
Enquanto andamos indecisos e à procura, recebeu uma de polar da avó que imediatente desfez! Até à próxima fica com o seu cobertor de papa, já com os buracos que lhe fez... E com este frio espero que chegue!!

Puff, assim se foi a cama nova

A avó ofereceu a cama nova ao Charlie no domingo. Aproximadamente 1h depois de lhe tocar estava boa para estrear o lixo.
Como se nada fosse dormia sossegadamente nela, como se nada se tivesse passado. Sonso malvado!!

Falha nossa que não tomamos conta da criança quando lhe demos a camita de inverno... Mas não caio no mesmo outra vez!! A próxima vai ter um período de reconhecimento vigiado e controlado!! A ver vamos!

24 de outubro de 2012

hilariante

Não são cães são gatos, mas quem me conhece sabe bem que também sou fã destas bolas de pelo, ariscas e com muita personalidade (entenda-se garras)! Vale a pena ver isto para uma risada, que encontrei aqui. Qual o vosso preferido?
ps. Imagino a Nala (gata da minha mãe) atirada para uma cama elástica e parto o côco a rir com a ideia do furiosa que ela ia ficar!!

23 de outubro de 2012

passear sempre com trela

Ora ontem falei nos básicos de um passeio à rua, e para mim é tão óbvio que não mencionei, mas às vezes parece que o que é óbvio para nós passa despercebido ao senso comum de muitos. E com isto quero alertar para o uso da TRELA!
Há trelas de todos as cores e feitios, se não gostam de estrafegar o vosso cão e vos faz confusão a sofreguidão com que passeiam às vezes, das duas uma: ou compram uma trela peitoral ou ensinam o vosso cão a passear "junto" e a não puxar. Eu pelo sim pelo não opto pelas duas, o Charlie só ainda não tem a peitoral pois ainda está em fase de crescimento e prefiro comprá-la quando ele tiver tamanho suficiente para essa trela durar, sem a ter que trocar em 2 meses.
Mas não perdendo o fio à meada, lembro-me de uma série de razões pelas quais passear os cães com a trela não só é útil como essencial!
Pensando nos vossos cães:
- Evitam que vos fuja e corra descontrolado para onde vocês não o apanham caso queira perseguir um cheiro, um trilho, um som, ou até uma namorada em potência.
- Evitam que seja atropelado se decidir saltar tipo relâmpago para a estrada ou para a frente de um carro.
- Evitam que rasgue a saia de alguma senhora que passe e que seja mais cintilante de forma a chamar a atenção, ou que roube o pedaço de pão que o menino leva na mão quando regressa da escola.
- Evitam que abocanhe alguém ou que coma restos e porcarias que estão espalhados pelo chão (particularmente crítico com o Charlie).
- Evitam que faça a sua cocozada escondidos ou em sítios onde nós não chegamos, e assim não há o perigo de não a conseguimos apanhar.
Na verdade, quase todas estas coisas podem igualmente acontecer, basta irmos distraídos e confiantes, que com um puxão valente o cão bem nos pode surpreender. Mas, com a trela na maioria dos casos tudo isto se evita e o passeio tem uma maior probabilidade de correr bem, de ser controlado e sem surpresas desagradáveis.
E "o cãozinho não morde", boa desculpa! Pois não costuma morder, mas issoo é até ao dia que o chatearem ou que lhe der uma coisinha má porque infelizmente os azares acontecem. E até pode ter sido porque alguém o irritou, mas se estiver ao pé de si, talvez não aconteça porque você não deixa.
E se agora pensarmos nos outros, quão desagradável não é ir na rua e ser surpreendido por um cão que corre desvairado. E quando pisamos caca que não foi apanhada, não é uma real seca? E quando até vamos a passear o nosso cão e vemos um cão que vem solto e é o dobro do nosso?
Por todas as razões e mais alguma, usem a trela meus caros! Dá um jeitão e todos agradecem!
Para mais vantagens vejam o blog da Trela e  Companhia, como sempre ensina-nos e está cheio de bons conselhos!

22 de outubro de 2012

passeios à rua - o básico

Live and learn, somos nós e os passeios com o Charlie. Quando vamos num passeio de tarde inteira vamos mais apetrechados mas quando a voltinha é perto de casa para "esticar as pernas" e "aliviar águas e demais" o básico chega. E o que é o básico para vocês?
Para nós é sacos de cocozada (essencial embora nem todos os reconheçam infelizmente!) num bolso, um ou dois biscoitos noutro e a chave de casa onde couber. A minha normalmente vai ao pescoço mas quem preferir personalizar pode sempre usar uns porta-chaves Bone que descobri no facebook da Algodão Pintado.
E vocês o que levam?

regresso ao passado

Este fim de semana o Charlie foi dormir à avó. Tal qual um baby foi passar 2 dias e 1 noite fora que os pais donos tinham uma agenda muito agitada e super ocupada e não lhe iam conseguir prestar atenção.
Sábado de manhã "ensacámos" tudo: desde os pratos da água e da comida, a biscoitos, a saquinhos dos cocós, à manta, aos brinquedos, e fomos deixar o cachorro à avó materna, que diga-se de passagem vive para o mimar! Mal chegámos percebemos logo que nos tínhamos esquecido... da comida! Como é possível, é essencial, é um saco grande, e ficou para trás. Nada que frango e arroz, que há sempre em qualquer casa (ou pelo menos é facílimo de arranjar), não resolva, e assim foi!
Fomos ligando para saber como estava o Charlie; na verdade mais para saber como estavam a sobreviver a avó e a casa da avó! E estava tudo bem claro! E com saudades... só mesmo nós.
Soube bem mas soube a estranho, estamos tão habituados ao Charlie que ele já faz falta e não o ter por perto quando voltamos a casa é anti-natural!

home alone

Hoje foi o primeiro dia que deixámos o Charlie sozinho em casa desde o episódio sangrento. E seja o que Deus quiser. Está alimentado, ficou com a mantinha de dormir e tem o colar posto, por isso tem tudo para correr bem! Mas, pelo sim pelo não, vou sair mais cedo para lhe vir dar uma olhadela e continuo a trabalhar em casa. Ou isso ou fico no lab e não faço nada pois tenho o coração e o pensamento na criaturinha de 4 patas que deixei em casa.