24 de outubro de 2012

hilariante

Não são cães são gatos, mas quem me conhece sabe bem que também sou fã destas bolas de pelo, ariscas e com muita personalidade (entenda-se garras)! Vale a pena ver isto para uma risada, que encontrei aqui. Qual o vosso preferido?
ps. Imagino a Nala (gata da minha mãe) atirada para uma cama elástica e parto o côco a rir com a ideia do furiosa que ela ia ficar!!

23 de outubro de 2012

passear sempre com trela

Ora ontem falei nos básicos de um passeio à rua, e para mim é tão óbvio que não mencionei, mas às vezes parece que o que é óbvio para nós passa despercebido ao senso comum de muitos. E com isto quero alertar para o uso da TRELA!
Há trelas de todos as cores e feitios, se não gostam de estrafegar o vosso cão e vos faz confusão a sofreguidão com que passeiam às vezes, das duas uma: ou compram uma trela peitoral ou ensinam o vosso cão a passear "junto" e a não puxar. Eu pelo sim pelo não opto pelas duas, o Charlie só ainda não tem a peitoral pois ainda está em fase de crescimento e prefiro comprá-la quando ele tiver tamanho suficiente para essa trela durar, sem a ter que trocar em 2 meses.
Mas não perdendo o fio à meada, lembro-me de uma série de razões pelas quais passear os cães com a trela não só é útil como essencial!
Pensando nos vossos cães:
- Evitam que vos fuja e corra descontrolado para onde vocês não o apanham caso queira perseguir um cheiro, um trilho, um som, ou até uma namorada em potência.
- Evitam que seja atropelado se decidir saltar tipo relâmpago para a estrada ou para a frente de um carro.
- Evitam que rasgue a saia de alguma senhora que passe e que seja mais cintilante de forma a chamar a atenção, ou que roube o pedaço de pão que o menino leva na mão quando regressa da escola.
- Evitam que abocanhe alguém ou que coma restos e porcarias que estão espalhados pelo chão (particularmente crítico com o Charlie).
- Evitam que faça a sua cocozada escondidos ou em sítios onde nós não chegamos, e assim não há o perigo de não a conseguimos apanhar.
Na verdade, quase todas estas coisas podem igualmente acontecer, basta irmos distraídos e confiantes, que com um puxão valente o cão bem nos pode surpreender. Mas, com a trela na maioria dos casos tudo isto se evita e o passeio tem uma maior probabilidade de correr bem, de ser controlado e sem surpresas desagradáveis.
E "o cãozinho não morde", boa desculpa! Pois não costuma morder, mas issoo é até ao dia que o chatearem ou que lhe der uma coisinha má porque infelizmente os azares acontecem. E até pode ter sido porque alguém o irritou, mas se estiver ao pé de si, talvez não aconteça porque você não deixa.
E se agora pensarmos nos outros, quão desagradável não é ir na rua e ser surpreendido por um cão que corre desvairado. E quando pisamos caca que não foi apanhada, não é uma real seca? E quando até vamos a passear o nosso cão e vemos um cão que vem solto e é o dobro do nosso?
Por todas as razões e mais alguma, usem a trela meus caros! Dá um jeitão e todos agradecem!
Para mais vantagens vejam o blog da Trela e  Companhia, como sempre ensina-nos e está cheio de bons conselhos!

22 de outubro de 2012

passeios à rua - o básico

Live and learn, somos nós e os passeios com o Charlie. Quando vamos num passeio de tarde inteira vamos mais apetrechados mas quando a voltinha é perto de casa para "esticar as pernas" e "aliviar águas e demais" o básico chega. E o que é o básico para vocês?
Para nós é sacos de cocozada (essencial embora nem todos os reconheçam infelizmente!) num bolso, um ou dois biscoitos noutro e a chave de casa onde couber. A minha normalmente vai ao pescoço mas quem preferir personalizar pode sempre usar uns porta-chaves Bone que descobri no facebook da Algodão Pintado.
E vocês o que levam?

regresso ao passado

Este fim de semana o Charlie foi dormir à avó. Tal qual um baby foi passar 2 dias e 1 noite fora que os pais donos tinham uma agenda muito agitada e super ocupada e não lhe iam conseguir prestar atenção.
Sábado de manhã "ensacámos" tudo: desde os pratos da água e da comida, a biscoitos, a saquinhos dos cocós, à manta, aos brinquedos, e fomos deixar o cachorro à avó materna, que diga-se de passagem vive para o mimar! Mal chegámos percebemos logo que nos tínhamos esquecido... da comida! Como é possível, é essencial, é um saco grande, e ficou para trás. Nada que frango e arroz, que há sempre em qualquer casa (ou pelo menos é facílimo de arranjar), não resolva, e assim foi!
Fomos ligando para saber como estava o Charlie; na verdade mais para saber como estavam a sobreviver a avó e a casa da avó! E estava tudo bem claro! E com saudades... só mesmo nós.
Soube bem mas soube a estranho, estamos tão habituados ao Charlie que ele já faz falta e não o ter por perto quando voltamos a casa é anti-natural!

home alone

Hoje foi o primeiro dia que deixámos o Charlie sozinho em casa desde o episódio sangrento. E seja o que Deus quiser. Está alimentado, ficou com a mantinha de dormir e tem o colar posto, por isso tem tudo para correr bem! Mas, pelo sim pelo não, vou sair mais cedo para lhe vir dar uma olhadela e continuo a trabalhar em casa. Ou isso ou fico no lab e não faço nada pois tenho o coração e o pensamento na criaturinha de 4 patas que deixei em casa.

calmaria

Colar. Funil. Parabólica. Seja o que for que lhe queiram chamar, parece que faz milagres. O Charlie está a usar um colar, o que nunca é pelas melhores razões... mas admito que esta casa é uma calmaria desde então.
Tivemos um jantar de amigos cá em casa e éramos 8 à mesa, o que sempre foi uma festa, mas calma, e desde que o Charlie integrou a família passou a ser uma tarefa árdua e de multi-tasking para nós. Desta vez, esteve calmo que nunca visto. Adormeceu ao meu colo antes e depois do jantar quando estávamos todos na sala. Mansinho não comeu nada nem ninguém e passou por um doce para todos.
Quem não o conhece que o compre!!

18 de outubro de 2012

charlie-vampiro

Estava tudo a correr super bem com o super-cão Charlie de bibe super-homem. Sempre com vigilância desde que o fomos buscar ao Vet (haja dias de férias para tirar) ontem saímos os dois para ir comprar o Kong ao petiz. Saiu-nos caro o brinquedo pois quando chegámos a casa com a surpresa para o Charlie tínhamos uma bem maior à nossa espera... O Charlie num banho de sangue...
Era sangue no focinho, era sangue na pata, era sangue no chão, era sangue no cobertor e os donos brancos de susto por tanto vermelho derramado. Nem deu tempo de suspirar, largámos tudo, pegámos no Charlie ao colo e voámos para o Vet.
Não sabemos por onde começou... se bateu na parede, se coçou o olho... se o quê... Na  verdade nem sei se quero saber... Tenho a imagem do Charlie com o focinho todo ensanguentado tipo vampiro na minha cabeça e não quero repetir! Não houve muito a fazer... foi limpar o Charlie com compressas embebidas em soro fisiológico e água fria e carregar na dose de anti-inflamatório para que o olhito voltasse a sarar sem problemas. Isso e vir de lá com um colar, que isto de pijaminhas-sexy é prático e para cães bem comportados, mas com coçadeiras e coisas-que-o-valha o colar é mais eficaz na prevenção.
Excusado dizer que o primeiro passeio de colar foi um perfeito insucesso e as primeiras horas divididas entre a"ais Jesus" e risadas com a quantidade de pancadas que o cachorro dava por todo o lado e todas as coisas que levava atrás dele presas ao colar. Finalmente passado um dia já se está a habituar mesmo sem adorar, valha-lhe o Kong que recebeu à mesma para se distrair e ainda a dose redobrada de mimos que acaba por levar.